Data de Registro: +565x106(56,15) paralaxons
Local: Sistema Solar, planeta terra.
Eu comecei a caminhar pelo local, me assustando com o grande número de seres aglomerados no corredor, de repente, uma voz me chamou bem baixinho no quarto:
- Senhor, senhor, venha aqui, eu conheço você, posso te ajudar.
- O senhor me conhece? De onde?
- Ontem eu estava caminhando pelo hospital, ouvi a sua história sendo contada para o policial silva. Essa estratégia é clássica, mas já vou logo avisando, aqui é difícil alguém te falar a verdade... hehehehe.
- O senhor não é daqui? de onde você é? Talvez possa me ajudar.....
- Acalme-se, não importa de onde eu venho, o importante é te informar sobre esse seu casulo, que você já deve imaginar que chamam de "corpo". Ele é muito frágil!
- Eu sei, percebi isso cumprimentando algumas pessoas.
- Não só isso, ele fica mais frágil com o tempo e não dá pra trocar aqui, enfim, eu estou aqui com muita dor, ninguém quer me atender, o médico não passou ainda, alias nem sei se tem médico hoje de manhã,...
Eu ouvia aquilo atentamente, não acreditava que havia conhecido alguém de outro planeta tão cedo, estava animado com o meu mais novo amigo do espaço, acho que ele não era do mesmo lugar do espaço que eu, pelo menos não parecia. Ele reclamava muito, principalmente em relação ao seu casulo, ao qual ser referia sempre como "corpo". Mais uma palavra para o glossário, corpo - Casulo local muito frágil.
Eu fiquei assustado porque ele dizia que seu casulo estava com problemas havia muito tempo, gesticulava muito com seus membros superiores, percebi que ele estava babando, um pouco dessa baba voou em mim, nossa, lembrei-me que isto poderia ser muito perigoso. Ele mostrava um pedaço de papel, com algumas letras que me chamaram a atenção: SUS.
Bom, porque não consultar o glossário não é... A resposta demorou muito tempo pra vir, inclusive, debitou algum valor do que eu tinha coletado com algumas palavras (achei isso estranho) e no fim travou o meu glossário. Bom, havia mais pessoas no quarto, aproveitei pra perguntar se alguém mais conhecia esse tal de SUS. Eu fiquei espantado, todos o conheciam, muitas palavras surgiram, era tamanha a agitação que achei que algum deles iria levantar e me cumprimentar. Esse cara deve ser famoso mesmo.
De repente, o meu amigo começou a tremular na cama, levantou seu membro superior, como se estivesse me chamando, muitos começaram a gritar, eu não sabia o que fazer, o corpo estava imóvel na cama, consultei o meu glossário nebular e cilomeri me deu muitas opções sobre o que eu deveria fazer, era muito complexo definir, pior ainda, segundo cilomeri, segundo as leis do Brasil eu deveria estudar mais de 6 anos para poder diagnosticar com a devida autorização do órgão competente. Enfim, alguém gritou que eu deveria usar um desfibrilador.
- Desbrifilador !?!?!? - exclamei eu mesmo.
- É esse aparelho do seu lado - gritou outro homem.
Ao meu lado havia uma pequena caixa com a inscrição: desfibrilador. Era isso, era isso que eu precisava e algumas indicações como usar: passar em algum gel, esfregar, colocar no peito, esperar carregar e disparar. Ouvi gritos:
- Põe no peito ! Põe no Peito ! Aperta ! - muitos gritos
Bom, é só isso que me lembro, eu deveria ter colocado no peito do meu amigo e não no meu.
Este é o diário de um viajante do universo que deve estar em algum lugar de calisto. "Universalizar é preciso, registre no glossário nebular" [www.calisto.com.br]
terça-feira, 20 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Terra - Episódio 2
Data de Registro: +565x106(56,15) paralaxons
Local: Sistema Solar, planeta terra.
Local: Sistema Solar, planeta terra.
Eu acabara de acordar, ainda sentia meu corpo um pouco dolorido, difícil de manipulá-lo e ao meu lado estava uma nova fêmea com uma roupa toda branca e um macho todo de azul, com um face não muito amistosa. A fêmea se aproximou de mim e eu logo gritei:
- Não quero cumprimentar ninguém ! - respondi com medo de ter de cumprimentar a todos no local.
- Não se assuste senhor! - disse ela bem devagar - o senhor não pode sair por aí batendo em mulher, você tem de ter mais respeito.
- Exatamente!! - disse o ser que estava ao lado da fêmea - O senhor deve ter uma boa explicação para ter batido naquela mulher.
Na hora procurei por cilomeri, não o avistei em nenhum lugar, mas vi a minha bolsa.
- Deve estar lá! - pensei comigo - mas não achei que seria certo pegá-lo naquele momento, poderia gerar desconfiança. Eu tinha de resolver aquilo sozinho. Eu pensei no que dizer, fiquei olhando pra eles, pensei em ficar calado, contar a história que meu pai contava sobre "o pato", muitos pensamentos, no fim, achei melhor tentar a verdade:
- O senhor deve ser como eu não é ?!?!? - me referindo ao que no futuro descobrirei que chamam de sexo.
- Não, senhor! - respondeu ele - eu sou um policial, pode me chamar de Aspirante silva.
- Aspirante Silva, eu sou como você sim, eu acabei de chegar ao seu planeta, estou aprendendo a me comunicar e vejo que não me dei bem nesse primeiro contato, mas garanto que posso tentar novamente. Além do mais....
O ser se virou, olhou pra mulher (achei essa palavra melhor), e falou algo que não pude ouvir. Ela balançou a cabeça pegou algo muito estranho, parecia uma arma, sorriu para mim e enfiou em um tubo que ia até meu corpo e apertou. Mais uma vez, fui desligado.
...
Algum tempo depois eu acordei com o barulho do glossário nebular, ele apita depois de muito tempo sem ser atualizado. Eu não sei se foi uma boa contar a história real, mas parecia ter funcionado, pois eu estava sozinho, assim, levantei e corri pra minha bolsa e eis que liguei o glossário.
- Cilomeri, onde estou !?!??!
- Antes de mais nada, você perdeu o valor de 10 palavas adicionadas por revelar sua identidade.
- Mas eu estava tentando me comunicar ! O Aspira silva não me deu chance de fazer uma perguntinha...
- Até um ser do planeta "dos sem boca" teria se comunicado melhor.
- Cilomeri, adiciona aí, antes que eu me esqueça, as fêmeas aqui neste planeta podem ser chamadas de mulher e os policiais são pessoas que não te deixam falar, talvez todos sejam silva, agora fica quieto e vamos inspecionar este lugar, que me parece ser muito interessante.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Calisto - Episódio 1
Data de Registro: +565x106(60,15) paralaxons
Local: Sistema Solar, Lua Calisto.
Depois de muitos paralaxons, estamos em Calisto. A primeira impressão da estação espacial subterrânea de valhalla foi muito boa, tudo parecia muito organizado, haviam poucos calistanos e a minha forma terráquea não lhes causou espanto, logo conclui que deve haver muitos viajantes por aqui. Eu estava ansioso para descobrir porque Calisto era tão importante no circuito dos viajantes das galáxias.
Ao contrário da viagem ao Brasil, nesta eu estou acompanhado, vieram comigo, além do glossário arrogante Cilomeri, uma amiga especial chamada Dani e um amigo muito ingênuo, o Cavier. Eles estão totalmente assustados, afinal, estão acostumados a ver estrelas pequenas no céu, a visão de Júpiter assusta bastante.
Eu tentei conversar com a Dani pra me ajudar com Cilomeri, mas ela estava entretida com o letreiro digital cheio de símbolos. Ela me perguntou o que era, eu disse:
- É um painel eletrônico!
- Isso eu sei, o que está escrito?
- Essa é a contagem do tempo que a maioria do universo usa, os paralaxons.
- Lá vem você com essa história de tempo.....
Eu não podia deixar de registrar que os terráqueos são muito estranhos, eles usam uma medida de tempo em segundos e outra medida de distância chamada metro, ambas estão relacionadas à métricas do seu próprio planeta (em um espaço confinado), e depois querem utilizar essa medida no universo, e claro, parece impossível chegar a qualquer lugar utilizando essas unidades... hauhau... inventaram até uma que chamam de anos-luz.... Pra zombar deles eu sempre digo que estão há anos-luz de distância de entenderem porque não saem do lugar. O segredo é usar os paralaxons, mas a cabeça de Dani não iria suportar a explicação dessa unidade. O Cavier era mais interessado, porém, sempre quando tentava explicar algo, ele só balançava a cabeça e eu nunca sabia se ele estava entendendo.
Eu abri o glossário para pedir informações e não pude deixar de notar que Dani estava indo em direção a uma lanchonete quando o salto dela quebrou, e então, ela caiu. O Cavier estava olhando as lojas de revistas de spin holográfica e demorou alguns minutos pra perceber o que havia acontecido com a Dani, e tudo já estava resolvido.
- Cilomeri, pra onde devemos ir? - eu perguntei ao glossário.
- Você precisa de mais algumas palavras da terra para mais informações.
- Me dê algumas....eu posso dizer o significado.
- Palavra muvuca.
- Dani, você conhece muvuca?
- Eu não sei direito, mas deve ter a ver com festa
- Festa.
- Ok, você deve ir ao centro de inserção de palavras do glossário nebular, eu vou indicar o caminho.
Eu sempre quis desconectar esse glossário da central de informações, mas tive receio de estarem controlando meu corpo terráqueo, mas eu tenho certeza de que deveriam controlar o corpo da Dani, que não demorou, mas já estava no chão.
Local: Sistema Solar, Lua Calisto.
Depois de muitos paralaxons, estamos em Calisto. A primeira impressão da estação espacial subterrânea de valhalla foi muito boa, tudo parecia muito organizado, haviam poucos calistanos e a minha forma terráquea não lhes causou espanto, logo conclui que deve haver muitos viajantes por aqui. Eu estava ansioso para descobrir porque Calisto era tão importante no circuito dos viajantes das galáxias.
Ao contrário da viagem ao Brasil, nesta eu estou acompanhado, vieram comigo, além do glossário arrogante Cilomeri, uma amiga especial chamada Dani e um amigo muito ingênuo, o Cavier. Eles estão totalmente assustados, afinal, estão acostumados a ver estrelas pequenas no céu, a visão de Júpiter assusta bastante.
Eu tentei conversar com a Dani pra me ajudar com Cilomeri, mas ela estava entretida com o letreiro digital cheio de símbolos. Ela me perguntou o que era, eu disse:
- É um painel eletrônico!
- Isso eu sei, o que está escrito?
- Essa é a contagem do tempo que a maioria do universo usa, os paralaxons.
- Lá vem você com essa história de tempo.....
Eu não podia deixar de registrar que os terráqueos são muito estranhos, eles usam uma medida de tempo em segundos e outra medida de distância chamada metro, ambas estão relacionadas à métricas do seu próprio planeta (em um espaço confinado), e depois querem utilizar essa medida no universo, e claro, parece impossível chegar a qualquer lugar utilizando essas unidades... hauhau... inventaram até uma que chamam de anos-luz.... Pra zombar deles eu sempre digo que estão há anos-luz de distância de entenderem porque não saem do lugar. O segredo é usar os paralaxons, mas a cabeça de Dani não iria suportar a explicação dessa unidade. O Cavier era mais interessado, porém, sempre quando tentava explicar algo, ele só balançava a cabeça e eu nunca sabia se ele estava entendendo.
Eu abri o glossário para pedir informações e não pude deixar de notar que Dani estava indo em direção a uma lanchonete quando o salto dela quebrou, e então, ela caiu. O Cavier estava olhando as lojas de revistas de spin holográfica e demorou alguns minutos pra perceber o que havia acontecido com a Dani, e tudo já estava resolvido.
- Cilomeri, pra onde devemos ir? - eu perguntei ao glossário.
- Você precisa de mais algumas palavras da terra para mais informações.
- Me dê algumas....eu posso dizer o significado.
- Palavra muvuca.
- Dani, você conhece muvuca?
- Eu não sei direito, mas deve ter a ver com festa
- Festa.
- Ok, você deve ir ao centro de inserção de palavras do glossário nebular, eu vou indicar o caminho.
Eu sempre quis desconectar esse glossário da central de informações, mas tive receio de estarem controlando meu corpo terráqueo, mas eu tenho certeza de que deveriam controlar o corpo da Dani, que não demorou, mas já estava no chão.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Terra - Episódio 1
Data de Registro: +565x106(56,15) paralaxons
Local: Sistema Solar, planeta terra.
Eu acabara de chegar ao planeta terra, mais especificamente na região denominada Brasil, e já encontrei algumas dificuldades com o corpo que ganhei no casulo de dna. Eu não sabia exatamente como aquele corpo funcionava, e movimentar-me com ele parecia estranho, mas tratei logo de me concentrar em inicializar a atualização do glossário nebular.
O glossário estava na minha bagagem e logo tratei de ligá-lo. A primeira consulta foi com o povo da região, o que temos de saber sobre esse povo. O glossário logo apresentou seus dados:
- O brasileiro é uma mistura de uma espécie que tenta viver em sociedade, os primeiros e mais antigos que habitavam essa região eram conhecidos como índios e foram dizimados pela mesma espécie de outra região, esta última porém, possuia apenas costumes diferentes em relação aos índios. Os índios viviam em tribos......
Era muita informação pra mim, cilomeri achava que eu processava informações como ele. Eu logo percebi que haviam duas variações na espécie do planeta terra, o macho e a fêmea. Eu fui enviado como macho, pelo menos é o que parece com essas fotos que tem no glossário.
A estrela que iluminava o planeta estava muito forte quando percebi o que parecia ser uma fêmea passar pela rua, logo notei que muitos machos olhavam para ela, acenavam, alguns gritavam de seus veículos, outros faziam barulhos com seus veículos, alguns diziam " - gostosa..." . Eu logo desconfiei que ela seria um ser de muita inteligência e que deveria possuir muito conhecimento, inclusive deveria conhecer muitos outros espécimes, já que muitos olhavam pra ela. Assim sendo, cheguei perto dela e disse:
- Olá gostosa, gostaria de informações e você me parece uma fêmea muito inteligente.
A fêmea levantou seus braços e jogou-os contra a minha cara, e eu cai meio que um pouco zonzo, mas pude ver que havia algo escrito nela, me pareceu algo como "tribo". Eu consultei o glossário e cilomeri me disse que alguns índios se comunicavam de forma agressiva. Agora eu entendi......
Logo avistei outra fêmea, que parecia até mais interessante que a anterior, muitos pareciam conhecê-la também, assim, resolvi me comunicar igual aos índios, desci o braço sobre a cara dela chamando-a de gostosa e foi incrível como muitos outros vieram me cumprimentar da mesma forma, eu tentava corresponder, mas cada vez mais apareciam outros com a mesma forma de comunicação, logo meu frágil corpo não conseguiu mais se comunicar e acabei apagando.
- Vector desligando, ou melhor, desligado ...
Local: Sistema Solar, planeta terra.
Eu acabara de chegar ao planeta terra, mais especificamente na região denominada Brasil, e já encontrei algumas dificuldades com o corpo que ganhei no casulo de dna. Eu não sabia exatamente como aquele corpo funcionava, e movimentar-me com ele parecia estranho, mas tratei logo de me concentrar em inicializar a atualização do glossário nebular.
O glossário estava na minha bagagem e logo tratei de ligá-lo. A primeira consulta foi com o povo da região, o que temos de saber sobre esse povo. O glossário logo apresentou seus dados:
- O brasileiro é uma mistura de uma espécie que tenta viver em sociedade, os primeiros e mais antigos que habitavam essa região eram conhecidos como índios e foram dizimados pela mesma espécie de outra região, esta última porém, possuia apenas costumes diferentes em relação aos índios. Os índios viviam em tribos......
Era muita informação pra mim, cilomeri achava que eu processava informações como ele. Eu logo percebi que haviam duas variações na espécie do planeta terra, o macho e a fêmea. Eu fui enviado como macho, pelo menos é o que parece com essas fotos que tem no glossário.
A estrela que iluminava o planeta estava muito forte quando percebi o que parecia ser uma fêmea passar pela rua, logo notei que muitos machos olhavam para ela, acenavam, alguns gritavam de seus veículos, outros faziam barulhos com seus veículos, alguns diziam " - gostosa..." . Eu logo desconfiei que ela seria um ser de muita inteligência e que deveria possuir muito conhecimento, inclusive deveria conhecer muitos outros espécimes, já que muitos olhavam pra ela. Assim sendo, cheguei perto dela e disse:
- Olá gostosa, gostaria de informações e você me parece uma fêmea muito inteligente.
A fêmea levantou seus braços e jogou-os contra a minha cara, e eu cai meio que um pouco zonzo, mas pude ver que havia algo escrito nela, me pareceu algo como "tribo". Eu consultei o glossário e cilomeri me disse que alguns índios se comunicavam de forma agressiva. Agora eu entendi......
Logo avistei outra fêmea, que parecia até mais interessante que a anterior, muitos pareciam conhecê-la também, assim, resolvi me comunicar igual aos índios, desci o braço sobre a cara dela chamando-a de gostosa e foi incrível como muitos outros vieram me cumprimentar da mesma forma, eu tentava corresponder, mas cada vez mais apareciam outros com a mesma forma de comunicação, logo meu frágil corpo não conseguiu mais se comunicar e acabei apagando.
- Vector desligando, ou melhor, desligado ...
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Como tudo começou.....
Data de Registro: +565x106(56,05) paralaxons
Local: Galáxia desconhecida
- Vector, você é o próximo - disse a editora - entre e pegue o seu glossário.
- Ok, obrigado..
- Senhor Vector, as regras para se trabalhar nesta empresa são as seguintes: O glossário nebular contém um dicionário intergaláctico que necessita de atualização, uma vez que nossa principal concorrente está com todo o seu guia recentemente atualizado. O nome de seu glossário é cilomeri, e ele está conectado à nossa central. O pagamento é feito por palavra atualizada, mas tome cuidado que algumas punições são estipuladas aos viajantes que tiverem sua identidade revelada como espécie não pertencente ao planeta.
- De que forma eu recebo? - Perguntou vector.
- O guia irá imprimir riquezas condizentes com o local de atualização, o que restar, será retirado após o término da viagem, lembrando que o senhor tem como passagem obrigatória a lua calisto de júpter.
- Qual o meu destino?
- O guia se encontra muito desatualizado com relação à um planeta chamado Terra, no mesmo sistema solar de calisto. As espécies que o habitam estão isolados há muitos paralaxons.
- É um lugar perigoso?
- A nossa experiência com espécies isoladas nos mostra um comportamento muito agressivo, mas acreditamos que o glossário irá ajudá-lo no que precisar. Aliás, esqueci de mencionar que o senhor pode escolher algumas características do local que iniciará seus trabalhos.
- Bom, eu gostaria de escolher um local no qual os habitantes o considerem moderno em relação ao planeta, mas que não fosse o melhor de todos. Os habitantes não podem ser mais evoluídos que nós e que não seguissem muito as regras. Eles também devem ser bem comunicativos, sou ótimo em comunicação. Ahh , eu já ia esquecendo, seria importante que seres de outras regiões gostassem dela pra resolver problemas.
- O glossário nebular vai nos ajudar, Cilomeri, acorde, acesse os dados do planeta Terra, no ítem regiões, procure por: resolve problemas, gosta de comunicar, gosta de estrangeiros, ainda em desenvolvimento, pouco evoluído.
- Apareceu algo. - disse vector eufórico.
- Qual local?
- Brasil.
- Bom, apronte-se, coloque o que precisar no glossário, passe pelo casulo de DNA e pegue a primeira nave para lá. Boa sorte e lembre-se do lema da empresa: "Universalizar é preciso, registre no glossário nebular".
- ok. Brasil lá vou eu....
Alguns paralaxons depois vector, reconstituído fisicamente para uma estrutura terráquea, entrou na nave com destino ao Brasil.
"Cilomeri finalizando primeiro registro para o banco de dados central"
Local: Galáxia desconhecida
- Vector, você é o próximo - disse a editora - entre e pegue o seu glossário.
- Ok, obrigado..
- Senhor Vector, as regras para se trabalhar nesta empresa são as seguintes: O glossário nebular contém um dicionário intergaláctico que necessita de atualização, uma vez que nossa principal concorrente está com todo o seu guia recentemente atualizado. O nome de seu glossário é cilomeri, e ele está conectado à nossa central. O pagamento é feito por palavra atualizada, mas tome cuidado que algumas punições são estipuladas aos viajantes que tiverem sua identidade revelada como espécie não pertencente ao planeta.
- De que forma eu recebo? - Perguntou vector.
- O guia irá imprimir riquezas condizentes com o local de atualização, o que restar, será retirado após o término da viagem, lembrando que o senhor tem como passagem obrigatória a lua calisto de júpter.
- Qual o meu destino?
- O guia se encontra muito desatualizado com relação à um planeta chamado Terra, no mesmo sistema solar de calisto. As espécies que o habitam estão isolados há muitos paralaxons.
- É um lugar perigoso?
- A nossa experiência com espécies isoladas nos mostra um comportamento muito agressivo, mas acreditamos que o glossário irá ajudá-lo no que precisar. Aliás, esqueci de mencionar que o senhor pode escolher algumas características do local que iniciará seus trabalhos.
- Bom, eu gostaria de escolher um local no qual os habitantes o considerem moderno em relação ao planeta, mas que não fosse o melhor de todos. Os habitantes não podem ser mais evoluídos que nós e que não seguissem muito as regras. Eles também devem ser bem comunicativos, sou ótimo em comunicação. Ahh , eu já ia esquecendo, seria importante que seres de outras regiões gostassem dela pra resolver problemas.
- O glossário nebular vai nos ajudar, Cilomeri, acorde, acesse os dados do planeta Terra, no ítem regiões, procure por: resolve problemas, gosta de comunicar, gosta de estrangeiros, ainda em desenvolvimento, pouco evoluído.
- Apareceu algo. - disse vector eufórico.
- Qual local?
- Brasil.
- Bom, apronte-se, coloque o que precisar no glossário, passe pelo casulo de DNA e pegue a primeira nave para lá. Boa sorte e lembre-se do lema da empresa: "Universalizar é preciso, registre no glossário nebular".
- ok. Brasil lá vou eu....
Alguns paralaxons depois vector, reconstituído fisicamente para uma estrutura terráquea, entrou na nave com destino ao Brasil.
"Cilomeri finalizando primeiro registro para o banco de dados central"
sábado, 22 de janeiro de 2011
A Lua Calisto, passagem obrigatória do Mochileiro
Esta é a lua Calisto, uma passagem obrigatória para todos os viajantes das galáxias, conhecida por muitos como a terra daqueles que não tem terra , dos que compram sem ter dinheiro e dos que vendem até aquilo que na terra chamamos de mãe. Ela é a 3º maior lua do sistema que os terráqueos chamam de solar, porém, eu daria outro nome à esse sistema... bem mais condizente com a sua realidade.
Calisto faz parte do sistema joviano... do qual não quero falar neste momento, na verdade estou a procura de seres que não fazem parte da terra e que podem me dar mais infomações sobre a lua........ pois estou com um diário de um viajante que o perdeu numa situação não muito oportuna....
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